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Mitos sobre o câncer infantil

Embora tenha muitos avanços no tratamento e na prevenção do câncer infantil, ainda existem muitos mitos e equívocos sobre essa doença que podem prejudicar a compreensão e a conscientização sobre a sua verdadeira natureza.


Alguns dos mitos mais comuns sobre o câncer infantil são:


Mito #1: O câncer infantil é contagioso.

Não há absolutamente nenhuma evidência de que o câncer infantil seja contagioso. O câncer é uma doença causada por mutações genéticas que ocorrem nas células do corpo, não por um vírus ou bactéria. Embora o câncer possa se espalhar de uma pessoa para outra através de células cancerosas em alguns casos raros, isso não é a norma e não é uma forma comum de transmissão.


Mito #2: O câncer infantil é hereditário.

Embora algumas formas de câncer possam ter uma base genética, a maioria dos casos de câncer infantil não é hereditário. Na verdade, menos de 10% dos casos de câncer infantil têm uma base genética identificável. A maioria dos casos de câncer infantil ocorre devido a mutações genéticas aleatórias que ocorrem durante o desenvolvimento fetal ou durante a infância.


Mito #3:Todo tratamento quimioterápico em crianças faz o cabelo cair.

Embora a quimioterapia seja conhecida por causar queda de cabelo em muitos pacientes, nem todas as crianças que passam por quimioterapia perdem o cabelo. O tipo de quimioterapia e a dose recebida podem afetar a probabilidade de queda de cabelo, mas a idade da criança e outros fatores também podem desempenhar um papel. Além disso, a queda de cabelo geralmente é temporária e o cabelo pode crescer novamente após o término do tratamento.


Mito #4: A criança em tratamento oncológico não pode ir para a escola.

Embora seja importante tomar precauções extras para proteger a saúde de crianças com sistemas imunológicos comprometidos, isso não significa que elas não possam ir para a escola. Muitas escolas têm programas especiais para alunos em tratamento oncológico, que podem incluir aulas em casa, aulas particulares ou instrução on-line. É importante conversar com o médico da criança e a equipe escolar para determinar qual é a melhor opção para a situação específica.


Mito #5: Crianças em tratamento quimioterápico devem ficar longe de animais de estimação.

Embora a exposição a animais possa apresentar alguns riscos para crianças com sistemas imunológicos comprometidos, isso não significa que as crianças em tratamento quimioterápico devam evitar completamente o contato com animais de estimação. Na maioria dos casos, é seguro e benéfico para as crianças passar tempo com seus animais de estimação, desde que certas precauções sejam tomadas, como lavar as mãos regularmente e evitar contato próximo com animais que possam estar doentes.



Ao entender e dissipar esses mitos sobre o câncer infantil, podemos aumentar a conscientização sobre a doença e garantir que as crianças com câncer recebam o apoio, tratamento e cuidados de que precisam. Com esforços contínuos de pesquisa e educação, podemos continuar a avançar no tratamento e na cura do câncer infantil, oferecendo às crianças e suas famílias a esperança de um futuro saudável e feliz.


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